quarta-feira, 21 de maio de 2014

criterios de divisibilidade

Um número é considerado divisível por outro quando o resto da divisão entre eles é igual a zero. Para que a divisão entre os números resulte em partes inteiramente iguais, necessitamos ter conhecimento sobre algumas regras de divisibilidade. 

Regras de Divisibilidade 

Divisibilidade por 1 
Todo número é divisível por 1. 

Divisibilidade por 2 
Todo número par é divisível por 2, isto é, todos os números terminados em 0, 2, 4, 6 e 8. 

12:2 = 6 
18:2 = 9 
102:2 = 51 
1024:2 = 512 
10256:2 = 5128 

Divisibilidade por 3 
Um número é divisível por 3 quando a soma de seus algarismos constitui um número divisível por 3. Exemplo: 

66 : 3 = 22, pois 6 + 6 = 12 
60 : 3 = 20, pois 6 + 0 = 6 
81 : 3 = 27, pois 8 + 1 = 9 
558 : 3 = 186, pois 5 + 5 + 8 = 18 


Divisibilidade por 4 
Se os dois últimos algarismos de um número forem divisíveis por 4, então o número é divisível por 4. Para ver se os dois últimos algarismos formam um número divisível por 4, basta verificar se o número é par e sua metade continua par. Os números que possuem zero nas suas últimas duas casas também são divisíveis por 4. 


288 : 4 = 72, 88 é par e a sua metade será par. 

144 : 4 = 36, 44 é par e sua metade será par. 

100 : 4 = 25, pois possui na última e penúltima casa o algarismo 0. 


Divisibilidade por 5 
Todo número terminado em 0 ou 5 é divisível por 5. 

10:5 = 2 
25:5 = 5 
75:5 = 15 
200:5 = 40 

Divisibilidade por 6 
Constitui todos os números divisíveis por 2 e 3 no mesmo instante. 

42 : 6 = 7, pois 42 : 2 = 21 e 42 : 3 = 14 
54 : 6 = 9, pois 54 : 2 = 27 e 54 : 3 = 18 
132 : 6 = 22, pois 132 : 2 = 66 e 132 : 3 = 44 
570: 6 = 95, pois 570 : 2 = 285 e 570 : 3 = 190 




Divisibilidade por 9 
É todo número em que a soma de seus algarismos constitui um número múltiplo de 9. Exemplo: 

90 : 9 = 10, pois 9 + 0 = 9 
1125 : 9 = 125, pois 1 + 1 + 2 + 5 = 9 
4788 : 9 = 532, pois 4 + 7 + 8 + 8 = 27 



Divisibilidade por 10 
Todo número terminado em 0 será divisível por 10 

100:10 = 10 
50:10 = 5 
10:10 = 1 
2000:10 = 200 


Divisibilidade por 11 
Um número é divisível por 11 nas situações em que a diferença entre o último algarismo e o número formado pelos demais algarismos, de forma sucessiva até que reste um número com 2 algarismos, resultar em um múltiplo de 11. Como regra mais imediata, todas as dezenas duplas (11, 22, 33, 5555, etc.) são múltiplas de 11. 

1342 : 11 = 122, pois 134 – 2 = 132 → 13 – 2 = 11 
2783 : 11 = 253, pois 278 – 3 = 275 → 27 – 5 = 22 
7150: 11 = 650, pois 715 – 0 = 715 → 71 – 5 = 66 


Divisibilidade por 12 
São os números divisíveis por 3 e 4. 

276:12 = 23, pois 276:3 = 92 e 276:4 = 69 

672 : 12 = 56, pois 672 : 3 = 224 e 672 : 4 = 168

a historia da moeda


As moedas representaram os valores da economia e da cultura de diferentes sociedades ao longo do tempo.
O dinheiro é comumente reconhecido como um meio de troca aceito no pagamento de bens, serviços e dívidas. Além disso, a moeda serve para mensurar o valor relativo que algum tipo de riqueza ou serviço possui. O preço de cada mercadoria é atribuído por meio de um número específico de moedas ou cédulas que demarcam a quantidade a ser paga por esse bem. No entanto, nem sempre uma única moeda serve de referência para uma mesma localidade.

Mesmo trazendo maior mobilidade para o empreendimento de transações comerciais, a moeda não é usada em todas as economias do mundo. Diversas sociedades e regiões preservam o uso da troca em sua economia. De forma geral, os produtores inseridos neste tipo de economia utilizam dos excedentes de sua produção para estabelecerem alguma forma de escambo. Ao longo do tempo, a diversificação dos produtos dificultou a realização desse tipo de troca natural.

Foi nesse contexto que os primeiros tipos de moeda começaram a ser estipulados. Geralmente, para estabelecer algum padrão monetário, os comerciantes costumavam utilizar algum tipo de mercadoria de grande procura. Na Grécia Antiga, o boi (que era chamado pekus) foi utilizado como referência nas trocas comerciais. Uma outra mercadoria comumente utilizada foi o sal, que foi usado como moeda entre os romanos e etíopes.

O metal passou a ser utilizado por algumas culturas na medida em que o mesmo começou a ganhar espaço na cultura material desses povos. O fácil acesso, o apelo estético e as facilidades de mensuração e transporte fizeram dele um novo tipo de moeda. Em um primeiro momento, os metais utilizados no comércio eram usados “in natura” ou sobre a forma de objetos de adorno como os anéis e braceletes. Foi só mais tarde que o metal passou a ser padronizado para fins comerciais.

A cunhagem padronizada de moedas fez com que as peças de metal tivessem um grau de pureza e uma pesagem específica. Além disso, as medas sofreram um processo de cunhagem onde a origem da moeda e a representação de algum reino ou governante ficariam registrados. Uma das mais antigas moedas com o rosto de um monarca foi feita em homenagem ao rei macedônico Alexandre, O Grande. As reuniões dessas informações fizeram com que estes artefatos servissem de fonte de investigação histórica.

As primeiras ligas metálicas utilizadas na fabricação de moedas foram o ouro e a prata. O uso desses metais se justifica por seu difícil acesso, a beleza de seu brilho, a durabilidade de seu material e sua vinculação com padrões estéticos e religiosos de uma cultura. Entre os babilônios, por exemplo, prata e ouro eram relacionados com a adoração da lua e do sol, respectivamente.

Ao longo dos séculos, a requisição de jazidas de ouro e de prata para a fabricação de moedas acabou se tornando cada vez mais difícil. Por isso, o papel moeda acabou ganhando maior espaço no desenvolvimento das transações comerciais. Na Baixa Idade Média, a falta de moedas motivava os comerciantes das feiras a utilizarem letras de câmbio para o estabelecimento de alguma negociação.

Hoje em dia, as moedas são mais utilizadas para o pagamento de quantidades de baixo valor. A perda de espaço para o papel-moeda fez com que as moedas metálicas agora fossem mais valorizadas por sua durabilidade do que por sua beleza. O rápido processo de circulação de valores e a complexificação de economias cada vez mais integradas, fizeram com que as moedas fossem substituídas por outras formas de pagamento, como o cheque e o cartão de crédito.

Mesmo notando todas essas transformações no uso das moedas, não podemos considerá-la uma vítima de um processo de “evolução natural” da história econômica. Cada tipo de lastro econômico foi criado conforme as necessidades geradas por certa cultura ou sociedade. Não podemos dizer que as moedas desaparecerão da economia com o passar dos tempos. Por isso, trate de valorizar aqueles “níqueis” perdidos no fundo da sua carteira!

regra de tres simples

A regra de três é usada nas situações de proporcionalidade utilizando de três valores dados para o cálculo do quarto valor. A regra de três é muito utilizada na Física e na Química para o cálculo de conversão de grandezas: velocidade, massa, volume, comprimento, área. A regra de três pode ser considerada diretamente proporcional ou inversamente proporcional. Acompanhe a resolução de exemplos utilizando a regra de três.

Exemplo 1
Um pintor utilizou 18 litros de tinta para pintar 60m² de parede. Quantos litros de tintas serão necessários para pintar 450 m², nas mesmas condições?

Vamos relacionar os dados através de uma tabela:

Litros
Área em m²
18
60
x
450


18 -------------- 60
 x --------------- 450

Observe que, quanto maior a área a ser pintada maior será a quantidade de tinta, então podemos dizer que a regra de três é diretamente proporcional. Nesse caso não invertemos os termos, multiplicamos cruzado, veja:

60*x = 18 * 450
60x = 8100
x = 8100/60
x = 135
Portanto, serão necessários 135 litros de tintas para pintar uma parede de 450 m².


Exemplo 2
Márcia leu um livro em 4 dias, lendo 15 páginas por dia. Se tivesse lido 6 páginas por dia, em quanto tempo ela leria o mesmo livro?

Dias
Páginas por dia
4
15
x
6


Observe que agora a situação é a seguinte, se ela ler mais páginas por dia demorará menos tempo para ler o livro, caso ela diminua as páginas lidas por dia aumentará o tempo de leitura, nesse caso a regra de três é proporcionalmente inversa, então devemos inverter a coluna em que se encontra a incógnita e depois multiplicar cruzado.

Dias
Páginas por dia
x
15
4
6


x ---------------- 15
4 ---------------- 6

6 * x = 4 * 15
6x = 60
x = 60/6
x = 10

Se passar a ler 6 páginas por dia levará 10 dias para ler o livro.

um castigo para u matematicp

Um dos grandes matemáticos de todos os tempos foi o alemão Karl Friedrich Gauss (1777 – 1855). Suas descobertas matemáticas são diversas, mas todas muito complicadas. Gauss sempre teve muita facilidade com matemática, desde criança estava sempre à frente de seus amigos de sala. Dizem que Gauss tinha um professor muito severo e que não aceitava conversas nem brincadeiras em sala. Como Gauss já era muito bom em matemática e achava as aulas do professor não muito interessantes, encontrava-se disperso na sala. O professor, vendo que Gauss não estava prestando atenção nas explicações, resolveu passar um castigo: somar todos os números de 1 a 100, a fim de que Gauss ficasse horas e horas realizando os cálculos e não atrapalhasse sua aula.
Mas o professor não contava com a habilidade que Gauss possuía com a matemática. Em poucos minutos, Gauss somou todos os números de 1 a 100, deixando o professor espantado.
O professor questionou como ele havia obtido a resposta tão rapidamente e Gauss foi explicar.
Veja como Gauss realizou esses cálculos de forma tão rápida e precisa:
Imagine que vamos somar os números de 1 a 10.
1 + 2 + 3 + 4 + 5 + 6 + 7 + 8 + 9 + 10
Gauss teve o seguinte pensamento: “somar o primeiro com o último, o segundo com o penúltimo e assim por diante”. Observe:
1 + 10 =11
2 + 9 =11
3 + 8 =11
4 + 7 =11
5 + 6 = 11
Então, 5 x 11 = 55 que é a soma de todos os números de 1 a 10.
Ele utilizou esse raciocínio para calcular a soma dos números de 1 a 100. Veja:
1 + 2 + 3 + 4 + 5 + 6 +... + 96 + 97 + 98 +99 + 100
1 + 100 = 101
2 + 99 = 101
3 + 98 = 101
4 + 97 = 101
5 + 96 = 101 
.
.
.
Observando que bastava fazer 50 x 101 = 5050
Espertinho, esse Gauss!

probabilidade

Paulo faz a 4ª série em uma escola particular. Sua professora de Matemática, no intuito de ensinar aos alunos sobre probabilidade, colocou dentro de uma urna 4 bolas vermelhas e 6 bolas azuis. Logo em seguida realizou a seguinte pergunta: Qual a chance de retirarmos da urna uma bola da cor vermelha?

Paulo é um garoto muito esperto, ele pensou muito antes de levantar a mão e responder a pergunta da professora. Ele disse que a chance de alguma pessoa retirar da urna uma bola da cor vermelha seria de 4 em 10. A explicação que ele deu foi a seguinte: 

No total temos 10 bolas, 4 vermelhas e 6 azuis. Como queremos retirar somente uma bola, a chance é de 4 bolas num total de 10. A professora parabenizou a resposta de Paulo e concluiu dizendo que a probabilidade de 4 em 10 é correspondente a 40% (quarenta por cento), pois:

Situações como essa são demonstradas através dos conceitos básicos de probabilidade. 

Vamos apresentar mais situações em que a probabilidade está presente na solução de problemas cotidianos. 


O dado é um instrumento formado por seis faces enumeradas de 1 à 6. Ele possui o formato de um cubo.



No lançamento de um dado podemos obter as seguintes faces: 
 



A probabilidade de lançarmos um dado e obtermos um número par é de 3 em 6.



A probabilidade de lançarmos um dado e obtermos um número ímpar é de 3 em 6.



A probabilidade de lançarmos um dado e obtermos o número 2 é de 1 em 6.


Nesse caso, a probabilidade vale para qualquer número. 


Na festa junina da escola de Carlinhos foram vendidas 200 cartelas de bingo. As pessoas que compraram a cartela vão concorrer a uma bicicleta de 18 marchas. Quais as chances de ganhar o prêmio indicado uma pessoa que comprou 10 cartelas?
 



A chance da pessoa ganhar a bicicleta no bingo será de 10 em 200 ou 5%.

Numa prova, cada questão possui cinco alternativas de resposta, mas somente uma está correta. Considerando que o aluno marque qualquer uma das alternativas, qual a probabilidade de acertar a questão? 

A chance de acerto dele será de 1 em 5.
O aluno possui 20 % de chance de acertar uma questão marcando qualquer alternativa.

aprendendo o desafio da balanca

Você conhece o mecanismo de pesagem que era utilizado antes de inventarem a balança controlada por pesos e a balança digital? Trata-se de uma balança constituída por dois pratos, de modo que você pode comparar o peso de dois objetos, um em cada prato. 

O mecanismo dessa balança funciona da seguinte forma: caso você ponha um objeto no prato da esquerda que seja mais pesado que o objeto do prato da direita, o lado esquerdo ficará mais baixo que o lado da direita. Caso os objetos sejam de pesos iguais, a balança ficará em equilíbrio, ou seja, não haverá nenhum movimento dos pratos.

Sabendo disso, resolva o desafio que Pedrinho enfrentou.

Pedrinho estava passeando no shopping quando avistou uma promoção que dizia “Resolva o desafio da balança e ganhe um videogame novinho.” Pedrinho, que era um aluno muito esperto e dedicado, logo decidiu ver qual era o desafio para tentar ganhar o videogame.


Desafio
Bolas de tênis

A única informação que temos é que uma destas bolas é mais leve que as demais. O grande desafio está em conseguir descobrir qual bola é a mais leve, pesando-as apenas duas vezes.

Tente resolver esse desafio sem ter medo de errar, pois você só irá entender como ele é resolvido, tentando.

Como são dois pratos, vamos separar as bolinhas em dois grupos: o primeiro com seis bolas, e o segundo com duas.

Grupo 1:
  
Grupo 2:

Para prosseguir o desafio, deveremos trabalhar com hipóteses, afinal não estamos de fato testando as bolinhas na balança, por isso, use toda a sua imaginação.

Pese o primeiro grupo.



Ao pesar o primeiro grupo, duas situações poderão acontecer: 

1) Todas as bolas terão o mesmo peso;

2) Um dos pratos ficará mais alto, ou seja, os objetos daquele prato são mais leves do que os do outro prato.


Então devemos estudar cada caso, lembrando que podemos pesá-las somente mais uma vez.

1º Caso: As bolas do Primeiro Grupo são todas de mesmo peso.

Se isso acontecer, nos restam duas bolas, as bolas do segundo grupo. Com toda certeza uma destas bolas será a mais leve, afinal, a única informação que temos é a de que existe uma bola mais leve.

Como ainda temos o direito de pesar mais uma vez, colocaremos cada uma das bolas nos pratos e pesaremos, com certeza um dos pratos ficará mais alto e esta será a bola mais leve.
 

2º Caso: Um dos pratos fica mais alto

Caso um dos pratos fique mais leve, sabemos que uma das três bolinhas daquele prato é a que nós queremos encontrar. Podemos pesar somente mais uma vez, então pegaremos duas destas três bolas e compararemos o peso delas. Novamente podem acontecer duas coisas.

1) As bolas têm pesos iguais.

Se isso acontecer quer dizer que a bolinha que ficou de fora é a bola mais leve. Afinal, uma das três bolinhas é a mais leve.

2) Um dos pratos fica mais alto.


O prato que ficar mais alto demonstra que a bolinha mais leve é a bola que está neste prato.


Veja que só pesamos duas vezes, a única coisa que tivemos que fazer foi separar os possíveis acontecimentos.

combinacao de objetos

Podemos determinar o número de combinações entre objetos utilizando a Matemática, através do princípio fundamental da contagem. Por exemplo, vamos supor que Paulo tenha separado 5 camisetas, 3 calças, 3 pares de meia e 2 pares de tênis, pensando em ir à festa de aniversário de seu primo. De quantas maneiras possíveis Paulo poderá se vestir?

A combinação utilizada por Paulo envolverá 1 camiseta, 1 calça, 1 par de meia e 1 par de tênis. Nesses casos, para descobrirmos o número de opções possíveis, devemos multiplicar as quantidades de cada item. Observe:

5 x 3 x 3 x 2 = 180 combinações
Ao realizarmos a multiplicação, observamos que podemos ter 180 possíveis combinações.

Em uma lanchonete existem 4 tipos de sanduíche, 3 tipos de refrigerante, 5 tipos de sorvete e 2 tipos de brinde. Quantas combinações de lanches poderão ser informadas no cardápio de modo que envolva: 1 sanduíche, 1 refrigerante, 1 sorvete e 1 brinde? 

4 x 3 x 5 x 2 = 120 combinações
No cardápio poderão ser informadas 120 combinações de lanche.

calculo de desconto numa compra a vista

Hoje é possível comprar uma televisão, um videogame, uma geladeira, automóveis e imóveis parcelados, ou seja, em prestações. Muitas pessoas optam pela compra parcelada achando que estão fazendo um bom negócio, mas desconhecem o “perigo” por trás dessas operações financeiras. Acontece que ao realizar uma compra parcelada, o valor pago no final pode ser muito maior que o preço original do produto, em razão dos juros contidos nessas operações. Os juros existem porque a grande maioria das pessoas prefere o consumo imediato de um bem e está disposta a pagar um preço maior por isso.
Muitos desconhecem que na opção pela compra à vista, ou seja, pagando o valor total de uma vez, existem descontos. O desconto, de uma maneira simples, é uma bonificação ou gratificação para a pessoa que opta por fazer uma compra à vista, uma vez que quem vende o produto não correrá riscos de não ter as parcelas pagas e, em contrapartida, oferece essa vantagem ao cliente. 

Vamos compreender como é calculado o valor do desconto em compras feitas à vista.

Exemplo 1. Na compra à vista de um videogame, o vendedor oferece 15% de desconto. Se o valor desse videogame é de R$ 900,00, quanto uma pessoa pagará caso opte por fazer a compra à vista?
Solução: Primeiro, vamos calcular o valor do desconto.
Cálculo do desconto.
15% do valor do videogame.
Sabemos que a pessoa que fizer a compra à vista terá um desconto no valor de R$135,00.
Para determinar o valor a ser pago, basta fazer o valor original do produto menos o valor do desconto:

Valor pago
: 900 – 135 = 765
Portanto, caso a pessoa opte por fazer a compra à vista, pagará R$ 765,00 pelo videogame.

Exemplo 2. O pai de Felipe decidiu comprar uma TV de LCD no valor de R$ 2500,00. Havia a opção de adquirir a TV em 12 prestações ou à vista com um desconto de 10%. Felipe, que havia acompanhado muito bem as aulas de matemática, disse ao pai que a compra à vista seria mais vantajosa, pois a TV ficaria mais barata. Qual será o valor pago pela TV, caso o pai de Felipe decida realizar a compra à vista?
Solução: Vamos fazer o cálculo do valor do desconto.
Cálculo do desconto.
O valor do desconto será de R$250,00.
Cálculo do valor da TV na compra à vista.

Valor = 2500 – 250 = 2250
Portanto, se o pai de Felipe resolver fazer a compra à vista ele terá uma economia de 250 reais e irá pagar pela TV R$ 2250,00.

Usando a calculadora, o cálculo do desconto torna-se mais simples ainda. Veja:
Digite o valor do produto, em seguida a tecla que representa a operação da subtração, depois a porcentagem do desconto acompanhada da tecla %. Por exemplo, o cálculo do valor pago pela TV do pai de Felipe pode ser feito da seguinte forma:

2500 – 10% = 2250.

matematica e o guarda roupa

outro dia estava lendo o blog oficia de estilo quando m deparo com um post interessante

"Pensa só: parte mais importante de qualquer silhueta, em todos os looks que a gente faz, é o rosto – é com ele que a gente olha no olho, procura entender o mundo (e os outros), com ele que a gente fala e pra ele que a gente olha o tempo inteiro quando se relaciona com a vida. Faz sentido, então, ter em mente que o que a gente usa perto do rosto é o que acaba sendo mais notado, mais percebido, mais gravado na mente das pessoas. Imagina que se a gente repete a mesma calça nos cinco dias de uma mesma semana e coordena essa peça com cinco partes de cima diferentes, parece que a gente usou todo dia um look novo. Mas ao contrário, se a gente usa nos cinco dias da semana uma mesmíssima parte de cima e partes de baixo 100% diferentes… ainda assim parece que a gente usou a semana toda o mesmo look. Choque, né? Por conta dessa percepção a gente faz conta nos guarda-roupas de todas as clientes e a matemática boa da versatilidade fica em cinco partes de cima pra cada parte de baixo (vale blusa, cardigan, colete, camisa, regata, tudo!).
A conta então, pra fazer render o que a gente tem e botar em prática nossos superpoderes versatilizadores de roupas (!!!), é manter guarda-roupa funcionando com mais partes de cima do que de baixo – num mundo ideal, idealíssimo, nessa proporção de 5 pra 1. E essa é uma boa direção pra quem vai aproveitar liquidações ou fazer comprinhas no fim de semana: do que a gente precisa mais (nesse momento), partes de cima ou de baixo? ;-)"

temperatura




Quando queremos medir a temperatura de uma pessoa, de um ambiente, de refrigeradores, da água entre outros, utilizamos um objeto chamado de termômetro. Temos três tipos de termômetros, e cada um possui uma utilização. Veja:

Para medir a temperatura de ambientes utilizamos o seguinte termômetro:

Na medição de temperaturas de pessoas, refrigeradores, caixas térmicas entre outros, utilizamos o seguinte instrumento digital:
 

 

O termômetro de mercúrio é exclusivo para medições de temperaturas de pessoas. nao se utiliza tanto aóje em dia.




 
A temperatura do nosso corpo em estado normal é de 36,5º Celsius, caso ocorra variação nessa temperatura devemos procurar um médico rapidamente, pois a febre é sintoma de que alguma coisa não está bem. 

A meteorologia é responsável por determinar a temperatura ambiente de uma cidade, informando a previsão do tempo no que diz respeito ao calor e ou frio.
Termômetro urbano

despedida, post fnal

Eu achei bem interessante o trabalho , porque foi uma maneira de aprendermos conteudos diferentes com uma forma que estamos muito familiarizados, a internet. Eu acho que o blog foi uma forma de aprender e de reaprender ou reforcar conhecimento ,achei interessante de apresentar materias mais diferentes das dadas na sala de aula, mas tambem tenho posts de imagens, materias dadas e videos, o mais interessante do video e que era o que eu mais gostava de pesquisar porque prefiro ver um video e explica-lo que procurar um post.
eu consegui aprender muito com o blog, e acredito que levarei para vida toda.mesmo que alguns foram feitos de ultima hora todos foram pensados para falar de maneira mais simples possivel.
Foi muito legal ter descoberto que ha matematica no numero que calco.
Os posts que mais gostei foram os videos, jogos e truques porque sao incriveis e nao sei como que os truques funcionam
para mim o objetivo do trabalho foi para os alunos conseguirem adquirir conhecimento matematico de forma mais descontraida, descobrir fontes para pesquisa no caso de necessidade no futuro. 
o mais dificil para mim foi postar dois posts por semana no fim do trabalho eu tinha apenas um po semana entao postei varios juntos como combinado
Pra mim matemática é essencial para a vida, toda hora temos que fazer uma conta por exemplo quanto vamos pagar e receber de troco, durane uma receita, ao ler uma bula de remedio etc

esse foi o trabalho da aluna julia, do oitavo ano da escola eliezer - max 2014

terça-feira, 20 de maio de 2014

conjectura de goldbach

conjetura de Goldbach, proposta pelo matemático prussiano Christian Goldbach, é um dos problemas mais antigos não resolvidos da matemática, mais precisamente dateoria dos números.
Ela diz que todo número par maior ou igual a 4 é a soma de dois primos.
Por exemplo: 4 = 2 + 2; 6 = 3 + 3; 8 = 5 + 3; 10 = 3 + 7 = 5 + 5; 12 = 5 + 7; etc.
Verificações por computador já confirmaram a conjetura de Goldbach para vários números. No entanto, a efetiva demonstração matemática ainda não ocorreu.
O melhor resultado até agora foi dado por Olivier Ramaré em 1995todo número par é a soma de até 6 números primos

Para que serve a sequência do π?

per-130-pi

Para estabelecer a proporção entre o perímetro e o diâmetro de uma circunferência. Com esse número, é possível fazer cálculos como o da área de um círculo e o volume e a superfície de uma esfera. Um valor exato de pi é buscado desde a Grécia antiga – umatarefa hercúlea, já que ele é um número irracional, que pode ser representado por infinitas casas decimais além de 3,14. Hoje, com a ajuda da computação, já se chegou à representação de até 5 trilhões de casas! E, quanto mais casas decimais, mais exato será o cálculo. A sequênciaé utilizada em trabalhos de engenharia, geologia, astronomia e outros campos. Tudo que tem formato arredondado pode ter valores que dependem dessa cons- tante. Até Albert Einstein usou o pi em sua fórmula que diz respeito ao espaço curvo na Teoria da Relatividade.
SUPERÚTIL
A sequência irracional não é usada só em disputas de quem decora mais casas decimais
Valor constante
Todo objeto redondo, independentemente do tamanho, tem sempre a mesma proporção entre a extensão da circunferência e o diâmetro. Essa proporção, o pi, ajudaa calcular desde a quantidade de achocolatado em uma lata redonda à quantidade de ar em uma bola
Medidas redondas
Definir a área de um terreno redondo é possível graças a fórmulas baseadas no pi. Se o terreno estiver em relevo curvo, o pi entra de novo no cálculo. Para grandes áreas, não dá para esquecer que a Terra também é arredondada – não é à toa que a geologia vive usando o pi
Acelera, matemática!
Automobilismo tem tudo a ver com o pi, sabia? Um pneu de carro tem, mais ou menos, 60 cm de diâmetro. Multiplicando o pi por esse valor, chegamos a aproximadamente 1,88 m,a distância média que o carro vai andar a cada volta completa da roda
Campos de força
Cálculos ligados a forças da gravidade e magnetismo costumam usar o pi, já que esses campos tendem a ser redondos. A força que a Terra exerce sobre a Lua e o seu movimento de rotação, portanto, têm relação com a constante universal das circunferências

quem e melhor em matematica meninos ou meninas?

Quem é melhor em matemática: meninos ou meninas?


Meninos. Pelo menos é o que indicam as provas do Programa Internacional de Avaliação de Alunos promovido a cada três anos pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
O exame mede o nível educacional de jovens de 15 anos de idade de cerca de 60 países por meio de provas de matemática, leitura e ciências. Os resultados têm apontado maior habilidade dos meninos para matemática - embora a diferença esteja progressivamente caindo e as meninas estejam quase igualando a parada.
No Brasil, no último exame, valendo 500 pontos, os garotos fizeram em média 380, contra 361 das garotas. Elas, por sua vez, deram de lavada nos "rivais" na prova de leitura: 408 a 376.
Na tentativa de explicar a tal vantagem masculina em matemática e feminina em leitura, alguns especialistas sugerem que isso se deve a habilidades inatas - as crianças já nasceriam com facilidade para esses assuntos.
Outros afirmam que os resultados estão relacionados a fatores sócio-culturais, pois, em nações onde a diferença social entre homens e mulheres é menor, como Suécia e Finlândia, o desnível nas provas de matemática também cai. Curiosamente, nesses mesmos países, as meninas continuam sendo bem melhores nos testes de leitura.